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O que é isso senhor Boris?

No dia 31 de dezembro de 2009 após uma máteria do jornal da band, o âncora, Boris Casoy, cometeu uma das piores mancadas de sua carreira jornalística, ele nem ao menos poupou suas palavras ao criticar friamente dois garis que desejavam oa Brasil em rede nacional ‘boas festas’ e um ‘feliz ano novo. “Que m****… dois lixeiros desejando felicidades… do alto de suas vassouras… dois lixeiros… o mais baixo da escala do trabalho…”, disse Boris Casoy. Como assim senhor Boris? Que feio hein… Se o senhor não sabe é esta classe que o senhor deveria agradecer, pois assistindo seu jornal, eles lhe dão audiência e logo o dinheiro que cai todo o mês em sua conta. Menosprezando trabalhadores de qualquer ‘escalão’ o senhor está sendo no mínimo está sendo anti-ético e colocando todo o seu passado em risco. Não adianta nada se retratar numa situação dessas mas como de praxe, sempre funciona com pessoas do seu escalão não é mesmo? Você é um dos maiores jornalistas do Brasil acompanho sua carreira desde o TJ Brasil no SBT, e agora o senhor menospreza classes subalternas de trabalho? Mas é como o senhor mesmo diria “Sinceramente, isto é uma vergonha.” E, claro, vou colocar sua retratação afinal, errar é humano. Não é gente?

:: postado e escrito por Elio Rogério, em 19/01/2010 ::

Haja fé hein?

Um homem encontrava-se  passando por um momento de dificuldade numa enchente em determinada localidade de São Paulo, assim assistido por várias pessoas, pelas equipes televisivas, circundando o local da tragédia, acompanhava toda aquela situação com uma calma até que assustadora. Depois de se ver cercado por pessoas da defesa civil, cruz vermelha, bombeiros entre outros, lhe oferecendo ajuda, com a água da enxurrada batendo na cintura o bombeiro lhe faz a oferta jogando-lhe uma corda: – Ô moço, agarre esta corda e se salve deste martírio. O homem só olhou e disse: Sua intenção é a das melhores, mas não… O meu Rei me salvará! Pois bem, assim sendo, ficou irremediável a situação do homem e a corda já não valia de nada, a água já estava batendo na altura do peito quando uma embarcação se aproximava do local e o seu único tripulante ofereceu auxílio ao homem: – Ei rapaz, me dê sua mão, vamos rápido… Antes que aconteça o pior. O homem de novo rejeitou a ajuda dizendo: – Obrigado, mas tenho certeza que meu Rei me salvará. Então o Homem que estava no barco foi ajudar outras pessoas. Agora o homem estava até o pescoço naquela água podre e que violentamente enchia a sua residência e um helicóptero do exército veio em seu resgate com um cabo agarrado em uma corda e ofereceu ajuda dizendo: Vamos homem! Agarre esta corda e salve-se… O homem mais uma vez ignorou e agradeceu ao cabo e disse-lhe que o seu Rei o salvaria. Por fim o homem acabou morrendo e ao chegar ao paraíso, chateado, foi ao encontro de Jesus e disse: – Oh meu Jesus, fiz o que a bíblia disse e te esperei para que fosses ao meu encontro e me salvasse a vida, tive fé e então me abandonas desse jeito? E Jesus, sábio como sempre, o disse: – Como dizes que o desamparei meu servo? Até um helicóptero mandei pra lhe salvar?

Moral da História: Se você não sabe interpretar gestos, ver os sinais de auxílio de alguém ou até mesmo textos, use óculos!

:: escrito e postado por Elio Rogério, em 16/01/2010::

É culpa sua também Duciomar…

É para vermos a situação que minha gloriosa Belém se encontra nesse mês de aniversário. Nosso querido e estranho prefeito diz que a cidade ainda é uma ‘jovenzinha’ de 394 anos, bem não estou aqui pra discordar dele, mas uma jovem que tem problemas graves de saúde. Pessoas vêm de longe morrer pra perto de nosso HPSM e o governo do munícipio e do estado fica num jogo de petecas jogando a culpa pra lá e pra cá. O que é que isso? Voltamos ao descaso com a saúde que detalhe nem podemos chamar de descaso, e sim de um verdadeiro esquecimento e desrespeito com a população da minha ‘Cidade das Mangueiras’. Ei ‘Dudu’ a culpa é tua também… Não só do governo da Ana Júlia que também não é lá essas coisas. Está na hora do estado privatizar os serviços de saúde pública a preços módicos pra população, assim diminui um pouco dos atritos e da vergonha que o município passa aqui e lá fora nos veículos de imprensa por aí. E um sábio cabloco me pergunta: – Bem, mas e ai? Se privatizarem os serviços e não melhorar nada? Ora meu caro simples… Faça uma ‘vaquinha’ e pague um plano de saúde que nesses casos extremos que a minha Belém tá vivendo não é bom arriscar não é? E ai daquele que sempre diz que tem que ter um cuidado com a sua saúde já que da sua vida tem um montão de gente cuidando… Cuidado meu chefe, me prove que isto que está falando é fato verídico. E ah… Já ia me esquecendo… Um feliz aniversário minha Belém, e como eu queria dar um presente sincero, humilde atrasado, porém não menos importante: um cérebro pra quem te deixa assim, com cara de luto o dia inteiro e que coloca um engenheiro civil para tomar conta da saúde. Haja coração… Mas temos que ver pelo lado bom, pelo visto não faltará gesso, não é mesmo?

:: escrito e postado por Elio Rogério, em 16/01/2010::

Parabéns pra você, Belém?

Hoje, 12 de janeiro faz mais um ano de existência uma da principal cidade da Amazônia – Belém do Pará – que apaga 394 velinhas.

Mas, será que realmente temos o que comemorar?

Se fosse ni início do século passado, certamente sim. Na época do nosso amado e odiado Antônio Lemos, que fez de Belém a segunda cidade do Brasil (ficando atrás apenas do Rio de Janeiro).

No entanto… “PM impede que bandido seja linchado pela população [...]” (jornal OLIBERAL, 11 de janeiro de 2010). Vamos comemorar! Raras são as vezes que a polícia salva a vida de alguém. – Vai ver que lembrou do aniversário da cidade – .

Sem dúvida, se Thomas Hobbes vivesse aqui hoje, não diria que o homem é o lobo do homem apenas no seu estado primitivo, diria que em algumas “civilizações” mais “avançadas” o homem continuará sendo o lobo do homem.

E o Estado? Não foi criado para garantir (pelo menos) os direitos naturais do ser humano? Por aqui ninguém compartilha dessa opinião… saúde, educação, segurança, saneamento, emprego…

Acho que nada disso é direito humano por aqui.

Bom, enquanto assistimos tudo isso passar diante dos nossos olhos, não custa nada dizer FELIZ ANIVERSÁRIO, BELÉM!

Por: Vinicius Mello.

A FÁBULA DA GALINHA VERMELHA.

A história da galinha vermelha que achou alguns grãos de trigo e disse a
seus vizinhos:

- Se plantarmos trigo, teremos pão para comer. Alguém quer me ajudar a
plantá-lo?’
- Eu não. Disse a vaca.
- Nem eu. Emendou o pato.
- Eu também não. Falou o porco.
- Eu muito menos. Completou o ganso.
- Então eu mesma planto. Disse a galinha vermelha.

E assim o fez. O trigo cresceu alto e amadureceu em grãos dourados.
- Quem vai me ajudar a colher o trigo?’ Quis saber a galinha.
- Eu não. Disse o pato.
- Não faz parte de minhas funções. Disse o porco.
- Não depois de tantos anos de serviço. Exclamou a vaca.
- Eu me arriscaria a perder o seguro-desemprego. Disse o ganso.
- Então eu mesma colho. Falou a galinha, e colheu o trigo ela mesma.

Finalmente, chegou a hora de preparar o pão.
- Quem vai me ajudar a assar o pão? Indagou a galinha vermelha.
- Só se me pagarem hora extra. Falou a vaca.
- Eu não posso por em risco meu auxílio-doença. Emendou o pato.
- Eu fugi da escola e nunca aprendi a fazer pão. Disse o porco.
- Caso só eu ajude, é discriminação. Resmungou o ganso.
- Então eu mesma faço. Exclamou a pequena galinha vermelha.
Ela assou cinco pães, e pôs todos numa cesta para que os vizinhos pudessem
ver.

De repente, todo mundo queria pão, e exigiu um pedaço. Mas a galinha
simplesmente disse:
- Não, eu vou comer os cinco pães sozinha.
- Lucros excessivos!. Gritou a vaca.
- Sanguessuga capitalista! . Exclamou o pato.
- Eu exijo direitos iguais! Bradou o ganso.
O porco, esse só grunhiu.
Eles pintaram faixas e cartazes dizendo ‘Injustiça’ e marcharam em
protesto contra a galinha, gritando obscenidades. Quando um agente do
governo chegou, disse à galinhazinha vermelha:
- Você não pode ser assim egoísta…
- Mas eu ganhei esse pão com meu próprio suor. Defendeu-se a galinha.
- Exatamente. Disse o funcionário do governo. Essa é a beleza da livre
empresa.. Qualquer um aqui na fazenda pode ganhar o quanto quiser, mas sob
nossas modernas regulamentações governamentais, os trabalhadores mais
produtivos têm que dividir o produto de seu trabalho com os que não fazem
nada.
A galinha distribuiu os pães aos animais e todos ficaram felizes, inclusive a pequena galinha vermelha, que sorriu e cacarejou:

- Eu estou grata, eu estou grata.

Mas os vizinhos sempre se perguntavam por que a galinha nunca mais fez absolutamente nada, nem mesmo um pão…

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